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Religião: relacionamento com Deus ou com Dinheiro?

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A religião é o relacionamento dos seres humanos com Deus. Para muitos filósofos Deus é chamado “absoluto". Urbano Zilles (autor da obra Filosofia da Religião), afirma que o absoluto é o fundamento da vida humana e de tudo que está relacionado a ela pois pretende encontrar e dar sentido a vida. Para construir uma vida com sentido é necessário viver em harmonia: unidos para conseguir metas que podem ser alcançadas só quando os indivíduos entram em cooperação, formando agregados como família, comunidades religiosas, escola, Estado, etc. Na acção em cooperação pretende-se superar situações de dor, fracasso profissional, decepções amorosas, falta de dinheiro. O Absoluto está presente nas mudanças para o alcance de maior felicidade. Assim, a união com Deus (religião) é uma coisa boa e importante para a sociedade. Esta mesma união contrasta com tudo de mau que acontece onde quer que aconteça. A religião, considerada desta maneira não pode ser má. Trata-se da presença de Deus...

Vivi A Moda

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Eu sempre quis ter tudo, pelo menos desde que me conheço por gente, bom… tive “tudo” (agora é questionável), não porque trabalhasse verdadeiramente para tal ou que meus pais tivessem dinheiro, NÃO , conseguia com os meus “ ways ”, pois frequentava os melhores ambientes da cidade e não só (discotecas, restaurantes, hotéis, resorts, etc.), tinha as roupas, calçados e telefones celular (Iphone…) do último lançamento. Yah ! Minha vida era boa? Não tinha compromisso com ninguém, achava isso uma barreira para a minha “BOA VIDA”, pois meu foco era viver o momento, por isso marido e filhos não fazia parte dos planos.   Com tempo veio a idade e com ela os meus encantos (que eram meu ganha pão) estavam a perder-se, comecei a olhar ao meu redor, maior parte das mulheres da minha idade (30 anos em diante) já estavam todas comprometidas, algumas com lares bem formados, casadas. E eu? Sempre fui o objecto de alguns que não queriam nada sério comigo, pois eu não me dava o devido respeito...

O Assédio Sexual Na Escola

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Sempre fui uma menina esforçada e dedicada na escola. Por isso, transitei em todas as classes com boas notas até chegar na décima segunda classe, onde tive uma grande barreira, como se de ironia do destino tratasse-se, o professor da minha matéria preferida (Matemática). Ele sempre requisitou minha atenção, no início pensei que fosse algo normal, demonstração de carinho por sua aluna. Mas com tempo vi que tomava um outro rumo com sucessivos convites para passeios, outro tipo de saída e para a sua casa. A minha negação reflectia-se nas baixas notas que era atribuída (porque eu fazia o suficiente para ser dispensada com aclamação) pelo mesmo professor como forma de pressionar para eu satisfazer seu desejo nojento. Dizia claramente que se eu não me deitasse com ele iria "chumbar-me" (reprovar-me). Culpa do meu corpo bonito? Culpa de ter nascido mulher? Não, culpa é dessas mentes machistas que instrumentalizam a mulher (menina). Não sabia o que fazer, não sabia a quem recorrer,...

Influência

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Eu não sabia o que era e nem como namorar, mas já tinha amigas bem experientes da minha idade (13 anos), chamavam-me de matreca , santa e outros mais apelidos que incomodavam-me. Ademais, com aquela idade, elas já saíam para as festas nocturnas e por vezes dormiam fora de casa, a mim meus pais não permitiam, achava eu que fossem maus e que estivessem a castigar-me e a privar-me de viver, agora vejo que não. Comecei a ouvir minhas “amigas” (hoje vejo que não eram) quando completei 15 anos de idade, apresentaram-me a um homem de seus 30 e poucos anos, no início era um mar de rosas, levava-me para lugares bonitos e tratava-me como uma princesa, ainda era inocente, até então era virgem. Uma semana depois de nos terem apresentado levou-me para a sua casa, na minha inocência não sabia o significado daquilo nem do que me esperava, pois é, era o tal dia, só me apercebi quando levou-me para seu quarto e começou a acariciar-me. Juro que nunca tive tanto medo em toda minha “ainda” ...

O Mau Sonho De Algumas Noras

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Entre sogras e noras não há vítima ou vilã de forma natural, o comportamento de cada uma é que determina "quem é quem"!?!   Já lá vai o tempo em que a mulher deixava sua família para viver com seu marido e constituir família, sem esquecer que em maior parte dos casos, primeiro vivem com os sogros. Agora elas querem que o marido esqueça de sua família em benefício da dela!?! Em outras palavras, colocam os eventos de sua família (xitique, aniversários, noivado, casamento, etc) acima dos da família dele. Por isso, "o grande problema de algumas mulheres é procurar um "bom" genro para seus pais e não um bom marido para si". Nas suas cabeças, um "bom" marido é aquele que sempre contribui nos eventos da família, faz também para esta o rancho mensal e entre outras coisas ligadas ao #dinheiro; isto faz com que elas não se livrem do vínculo umbilical, não que tenham que esquecer sua família, mas sim diminuir as visitas na casa de seus pais para dar ...

Dona Sandra e o Orgulho Excessivo

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A DONA SANDRA E O ORGULHO EXCESSIVO! A dona Sandra era uma comerciante bem sucedida, influente e com um património invejável (casas, carros, empreendimentos, etc). Só tinha um e único problema, faltava-lhe em humildade o que lhe sobrava em orgulho , tratando mal as pessoas, seus vizinhos e principalmente seus clientes como se fossem meros objectos ou mesmo um "nada", esquecendo que esses são a sua maior riqueza em relação à tudo que conseguiu até hoje. Um dia Pedro foi a um dos supermercados de dona Sandra, onde esta atende pessoalmente, ele era um cliente assíduo, que nunca fez "vale" (dívida), no tal dia fez compras que totalizando davam um valor de 3950 meticais, porém Pedro não dispunha desse valor, tinha consigo apenas 3900 meticais... A dona Sandra nem quis saber, mandou devolver produtos até ele acertar naquele seu valor de 3900 meticais, assim procedeu ele, mas deixou o seguinte desabafo: "Dona Sandra, o seu orgulho e falta de consideração ain...

Separação E Seguir Em Frente!?!

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Há vezes que é necessário levantar a bandeira branca quando as coisas ultrapassam o limite desejado, quando a felicidade transforma-se em favor, a intimidade em "obrigação" desprazerosa, a voz da/o parceiro/a transforma-se em ruído, falta de respeito... Enquanto humanos sempre seremos sujeitos à falhas, os parceiros que escolhemos podem, por vezes, constituir essas falhas. Podemos nos encantar pelas pessoas, namorar, casar e ter filhos, porém quando não se cultiva a relação, ela morre, pois ela é como uma semente que vira planta, precisa ser cuidada, regada, podada para que possa crescer, florescer e dar frutos. Por vezes, não há brigas, mas apercebemo-nos que a ligação que outrora era forte na relação já não é a mesma, que nem a terapia ou milagre pode voltar a inflamá-la. Temos de ser maduros o suficiente para sentar e conversar a respeito, uma separação amigável é a melhor saída para o bem de ambos e das crianças (caso tenham). Quando as brigas existirem, forem frequentes ...